
A Ordem dos Ministros Evangélicos de Guanambi (Omeg), com apoio da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, realizou uma grandiosa festa no sábado (18), em comemoração ao Dia Municipal do Evangélico e aos 500 anos da Reforma Protestante.
A programação, iniciada no meio da tarde com a recepção ao cantor e pregador evangélico Samuel Mariano, acompanhada pelo prefeito Jairo Silveira Magalhães e pela primeira-dama Gabriela Barros Magalhães, que incluiu evangelização na carceragem da Delegacia Territorial de Polícia Civil, nas Ruas do Bairro Monte Pascoal e no Hospital Regional.

Á noite, na Praça Henrique Pereira Donato (Praça do Feijão), que recebeu milhares de fieis de diferentes denominações religiosas de diversos municípios da microrregião, foi realizada a culminância da programação, com um evento marcado pela fé e pela emoção.

Na abertura do evento, o prefeito Jairo Silveira Magalhães fez uma saudação aos presentes, agradecendo a participação, e aproveitou para renovar o compromisso de trabalhar pelo desenvolvimento de Guanambi com responsabilidade e direcionando suas ações para todos os guanambienses.
Em seguida, orações, leitura da Palavra de Deus e cânticos realizados pelos Pastores da Omeg (Ordem dos Ministros Evangélicos de Guanambi) que conduziram toda a cruzada evangelística.
O ponto alto da programação foi a apresentação do cantor e evangelizador Samuel Mariano que intercalou a apresentação de canções com reflexões a partir de trechos da Bíblia.

No final, os Pastores reunidos fizeram uma oração pela cidade, pelas famílias e autoridades guanambienses e da região.
Visivelmente emocionado, ao final do evento, o prefeito Jairo Silveira Magalhães falou com a reportagem do JS, destacando sua alegria em poder participar mais uma vez de um evento que a cada ano se supera na participação das pessoas e que serve para difundir o Evangelho na cidade. “Este é um momento único para a história da fé do povo de Guanambi e da região”, apontou Jairo Magalhães, acrescentando que as mais de quinze mil pessoas que lotaram a Praça do feijão não estavam ali representando uma ou outra Igreja, mas um povo que acredita em um só Deus.


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