POR REDAÇÃO JS (reportagem@jornaldosudoeste.com)
A divulgação da pesquisa Séculus, publicada pelo site Bahia Notícias na quarta-feira (4), mexeu com o cenário político baiano. O levantamento mostra o ex-prefeito de Salvador, Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Neto – ACM Neto (União Brasil), liderando a corrida pelo Governo da Bahia em 2026, com 48,3% das intenções de voto, contra 31,2% do atual governador Jerônimo Rodrigues Souza (PT). Nos votos válidos, ACM Neto chega a 60%, enquanto Jerônimo Rodrigues aparece com 38,66%.
O deputado estadual José Luciano Santos Ribeiro (União Brasil), vice-líder da Oposição na Assembleia Legislativa da Bahia, comemorou os números ressaltando que o levantamento reflete um desejo crescente de mudança entre os baianos. Para o parlamentar, a vantagem expressiva de ACM Neto demonstra confiança em um projeto político alternativo para o Estado.
Segundo Luciano Ribeiro, pesquisas como essa não apenas medem a intenção de voto, mas também funcionam como termômetro para articulações partidárias e fortalece a liderança de ACM Neto dentro do União Brasil e amplia seu poder de negociação em alianças nacionais e estaduais.
Com sua experiência, o deputado Luciano Ribeiro avalia que a vantagem de mais de 17 pontos percentuais apontada pela pesquisa Séculus tende a estimular adesões de lideranças regionais ao projeto de ACM Neto, especialmente em municípios onde o PT enfrenta desgaste.
Luciano Ribeiro é apontado como peça-chave para conter euforia na oposição
Analistas políticos da região Sudoeste, ouvidos sob reserva pela reportagem do JS, avaliam que a oposição deve adotar cautela diante dos números favoráveis revelados pela pesquisa eleitoral do Instituto Séculus. Embora o levantamento divulgado pelo Bahia Notícias indique tendência positiva para a pré-candidatura de ACM Neto, os especialistas lembram que o processo ainda está em fase inicial e exigirá protagonismo de lideranças do União Brasil no Estado.
Entre os nomes citados, o deputado Luciano Ribeiro é apontado como peça-chave nas articulações internas do Diretório Estadual do União Brasil. Considerado interlocutor privilegiado de ACM Neto, Luciano Ribeiro teria, avaliam os analistas políticos, a missão de conter o otimismo exagerado e reforçar a necessidade de ampliar o diálogo com lideranças do interior, garantindo maior adesão ao projeto oposicionista.
Segundo os analistas, pesquisas como a do Instituto Séculus, divulgada pelo Bahia Notícias, funcionam como instrumento de pressão e convencimento político, mas não determinam o resultado final da disputa. A expectativa, para eles, é de que o embate eleitoral se intensifique nos próximos meses, com cada grupo ajustando estratégias para conquistar o eleitorado indeciso. Nesse cenário, a experiência de Luciano Ribeiro é vista como decisiva para evitar que a euforia precoce comprometa o andamento das negociações internas e a consolidação da candidatura de ACM Neto.




