Vacina mais aplicada no País continua sendo a AstraZeneca/Oxford

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Coronavac, do Instituto Butantan e Sinovac, é a segunda mais presente nos postos de vacinação. Saiba quais e quantas vacinas foram distribuídas aos estados

 

Por Cristiano Ghorgomillos/ Agência Brasil 61

 

A vacina AstraZeneca/Oxford, produzida pela Fiocruz, foi o imunizante mais distribuído entre a população brasileira, com mais de 81,5 milhões de doses enviadas aos estados, até o fim de julho.

Em todo Brasil, a Coronavac, do Instituto Butantan e Sinovac, teve 60,4 milhões de doses distribuídas, a Pfizer/BioNTech enviou 17,8 milhões aos estados e a Janssen, 4,7 milhões. Os dados são do Ministério da Saúde e foram reunidos pelo portal Brasil61.com.

São Paulo é o estado com maior número de pessoas protegidas pelo imunizante fabricado na Fiocruz, onde mais de 12,6 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford foram usadas na primeira aplicação – D1 – contra Covid-19, até o dia 29. A vacinação da D1 em Minas Gerais usou 5 milhões de doses da fabricante, Rio de Janeiro, 4,1 milhões e Rio Grande do Sul, 3,4 milhões.

A Coronavac teve 8,3 milhões de doses usadas para a D1 em São Paulo, 2,5 milhões em Minas Gerais e 2,3 no Rio de Janeiro. Os imunizantes da Pfizer/BioNTech estiveram presentes na D1 de São Paulo com 3,7 milhões de doses, 1,3 milhão em Minas Gerais e pouco mais de 1 milhão no Paraná e no Rio de Janeiro, cada.

A Janssen é a única vacina de dose única distribuída aos estados e a presença dela na imunização contra a Covid-19, em relação às demais, ainda é pequena no País.

Pernambuco foi o estado que mais usou a Janssen, com 58,9 mil doses aplicadas.  Mato Grosso do Sul usou 48 mil doses da vacina de dose única e o Ceará, 13 mil.

“Todas as vacinas disponíveis no Brasil são seguras, têm atestados pela Anvisa e estudos publicados”, lembra André Bon, Infectologista do Hospital Brasília.

Faixa etária

A vacina AstraZeneca/Oxford foi usada com maior frequência para proteger as pessoas entre 55 e 59 anos, com um total de 7,6 milhões de doses; de 60 a 64 anos, com 6,9 milhões.

A Coronavac foi a primeira vacina liberada no Brasil e, por isso, sua presença é maior na imunização das pessoas entre 65 e 80 anos, com cerca de 30 milhões de doses aplicadas nessa faixa etária.

A Pfizer/BioNTech teve maior aplicação nas pessoas de 60 a 64 anos, com 234 mil doses, e a Janssen, entre as pessoas de 55 a 59 anos, com 132 mil doses.

Segunda dose

O Brasil atingiu, nesta sexta-feira (30), a marca de 140 milhões de doses aplicadas contra Covid-19. A D1 foi usada em mais de 99 milhões de pessoas e a D2 representa apenas 40% da D1. Ou seja, entre as pessoas imunizadas com a D1, 60% ainda não voltaram às Unidades Básicas de Saúde para a D2.

“A segunda dose é fundamental porque, nas vacinas de duas doses, a gente pode garantir que o indivíduo vai estar protegido, principalmente, das formas graves da Covid-19”, lembra Dr. André Bon.

Recentemente, o Ministério da Saúde lançou campanha de conscientização da população para necessidade da segunda dose da vacina contra Covid-19. Na oportunidade, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, enfatizou a importância da D2 para a proteção das pessoas contra a Covid-19.

“Todos os imunizantes, com exceção de um deles, que é de dose única, necessitam de duas doses e independente da vacina que tomou, todas elas são importantes. Devemos procurar a segunda dose da vacina”, alertou o ministro.

O Ministério da Saúde garante que as vacinas para a D2 já estão reservadas, principalmente para os idosos que tomaram a D1, mas, ainda não voltaram para a imunização final.

“Eles têm o sistema imunológico mais comprometido e é fundamental que vá ao posto para tomar a segunda dose. É importante para a saúde de cada um e para o Programa Nacional de Imunização”, completou o ministro.

Atualização vacinas

Até o dia 30 de julho, o Ministério da Saúde já tinha enviado aos estados mais de 176 milhões de doses da vacina contra Covid-19. Mais de 140 milhões de doses já foram aplicadas no total. Cerca de 99 milhões de imunizantes foram destinados para proteção das pessoas na D1 e 40 milhões na D2. Até o momento, mais de R$ 168,5 bi foram investidos na aquisição das vacinas.

São Paulo é o estado com maior número de doses aplicadas no geral, com mais de 34,6 milhões de vacinas ministradas. Minas Gerais aplicou 12 milhões e o Rio vacinou 11 milhões de pessoas.

Fonte: Brasil 61

 

Foto de Capa: Marcelo Camargo / Agência Brasil.

1 comentário em “Vacina mais aplicada no País continua sendo a AstraZeneca/Oxford”

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