A decadência da Suprema Corte, rendida ao corporativismo e aos egos inflados

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O Supremo Tribunal Federal, outrora símbolo de Justiça e equilíbrio, transformou-se em um palco de vaidades, um covil de interesses corporativos que só alimenta a sua própria decadência. A defesa cerrada do ministro José Antônio Dias Toffoli revela, com toda clareza, a doença que assola a Corte: o corporativismo corrosivo, que coloca interesses pessoais acima do compromisso com a sociedade.

Ao invés de exercer sua função de guardião da Constituição, o Supremo Tribunal Federal se tornou refém de um vício nefasto: a blindagem mútua, o silêncio cúmplice e a proteção de privilégios que deveriam ser denunciados e combatidos. Essa postura não apenas enfraquece a credibilidade da Instituição, mas também demonstra um desprezo flagrante pelo respeito que a sociedade espera de seus julgadores máximos. Cada decisão que reforça o muro da impunidade revela uma Corte mais preocupada em proteger seus próprios egos do que em promover a Justiça.

A vaidade, e não a toga, virou a verdadeira arma do Supremo. Ministros parecem disputar espaço em um palco de egos inflados, onde o espetáculo da autoproteção se sobrepõe à responsabilidade de servir ao povo. Essa postura desumana e arrogante expõe a fragilidade de uma Instituição que, ao se fechar em seus próprios interesses, se distancia cada vez mais do povo que deveria representar.

Se o SUPREMO Tribunal Federal continuar nesta trajetória de autocomplacência, o que restará será uma Corte desmoralizada, incapaz de cumprir sua missão maior. A credibilidade do Judiciário não se reconstrói com conchavos ou conchavos internos; ela se conquista com transparência, responsabilidade e coragem de enfrentar seus próprios erros. O Brasil precisa de uma Suprema Corte que exerça sua autoridade com integridade, não de um clube de egos inflamados que se protege às custas da Justiça e da esperança de uma sociedade que clama por verdade e responsabilidade.

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Jornal Digital Jornal Digital – EdiÇÃo 757