A qualidade de vida e o controle de natalidade

O país precisa corrigir os erros de políticas pública sociais, principalmente nas áreas mais carentes.

Sai governo e entra governo, mas o panorama de miséria continua inalterado. Basta enxergar as periferias das cidades para se constatar a quantidade de miseráveis vivendo em condições de extrema pobreza, enquanto o dinheiro público continua a jorrar para sustentar os gastos dos políticos na ilha da fantasia Brasília.

Nesta fase de pandemia da Covid-19, observa-se quão necessária é a adoção de uma política sustentável voltada para o controle de natalidade.

Pois bem, ao acompanhar pela mídia reportagem numa comunidade periférica, o repórter abordou mulheres – mães de muitos filhos – lamentando o estado precário em que vivem, agravado pela pandemia. E fiquei aqui falando com os meus botões: por que as mulheres de famílias tão pobres, morando em casebres toscos e sem empregos, não se preocupam com o controle da prole e continuam a procriar como coelhos, irresponsavelmente?

O Brasil carece de política pública responsável voltada ao controle de natalidade. Nenhum país de dimensão continental como o nosso, com problemas sociais crônicos, pode ter desenvolvimento sustentável se não se preocupar também com a multiplicação desenfreada da prole nas camadas mais necessitadas.

“No campo social o controle de natalidade serviria para diminuir o crime, pois o governo poderia assistir melhor os jovens, a quantidade de empregos possivelmente aumentaria, haveria diminuição da fome devido aos programas sociais que poderiam atender melhor a população, a saúde, a educação e mais uma série de outros problemas contemporâneos poderiam ser solucionados”. Fonte: Mundo Educação, por Eduardo de Freitas.

Se desejarmos prosperar com qualidade devida é preciso que o combate ao controle de natalidade seja uma ação constante das políticas governamentais.

Júlio César Cardoso

Júlio César Cardoso

Bacharel em Direito e servidor federal aposentado. Balneário Camboriú-Santa Catarina.
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