A verdade

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Antônio Novais Torres

Em vão dizeis coisas que constituem maldades, não têm valor, nem significação, porque não são capazes de reconhecer o erro cometido e remir-se; usam uma linguagem deturpada para justificar o injustificável.

Há os políticos que se utilizam da função que está investido, para satisfazer o seu ego de maldades perpetrada contra os adversários. Muitos que se dizem evangélicos, se utilizam da religião e denigrem os ensinamentos bíblicos usando o nome de Deus para provar a sua conduta de moral duvidosa.

Êxodo 20:7: “Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão”.

Os evangélicos, no Congresso Nacional, pastores e ou membros de igrejas, têm se utilizado desses métodos e se declaram seguidores de Deus, mas agem de maneira contrária aos ensinamentos de Jesus.

 Em nossa opinião, o pregador do evangelho não deve se imiscuir na política, seu lugar é no púlpito, ele foi escolhido como servo de Deus para a divulgação do evangelho, conforme determinou Jesus: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as cousas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”. (Mt 28. 19.20).

 Seu lugar é no púlpito, a tribuna para pregadores, nos templos religiosos: “Muito recomendamos ao pregador que se penetre bem do verdadeiro espírito do Evangelho em todas as matérias que houver de tratar no púlpito” (J.-I. Roquete, Manual de Eloquência Sagrada, p. 253).

A missão do Pastor é conquistar almas para Deus em obediência ao que Jesus pregou. Deus deu esse poder a quem o escolheu para a pregação da doutrina cristã.

O político é eleito para promover o bem-estar coletivo através de políticas públicas (saúde, educação, segurança etc., buscando o bem-estar coletivo através de políticas públicas, e normas que organizem a sociedade e o uso dos recursos direcionados em benefício da comunidade e normas que organizam a sociedade, portanto cabe a todos eles a missão de trabalhar em benefício do povo, independente dos interesses pessoais.

A missão do evangelista tem outra finalidade – a religiosa.

Infelizmente, muitos estão trabalhando por interesses pessoais e ou políticos partidários ao invés de trabalharem para o Senhor. Assim fazendo, devem ser excluídos da religião que professam, pela rebeldia da aliança com Deus. Ao idolatrarem alguém como líder ou chefe, desobedecem ao verdadeiro Líder e Chefe religioso, traindo a Sua confiança.

Atualmente o Congresso está vivendo um tempo de desarmonia, a independência entre os poderes está comprometida, reina a mentira, a intriga e os interesses pessoais de ambição e poder, em detrimento das políticas agregadoras do progresso e desenvolvimento da nação.

Sem os ingredientes do respeito mútuo não haverá vitórias.

3 comentários em “A verdade”

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Jornal Digital Jornal Digital – Edição 756