Candidato a deputado federal, advogado Custódio Brito prega a ética e a decência na política

Da Redação

 

Considerado um dos quadros mais importantes do Judiciário baiano, o criminalista Custódio Lacerda Brito (PHS) tentará uma vaga na Câmara dos Deputados, nas eleições gerais previstas para o próximo dia 7 de outubro.

Em entrevista ao JS, Custódio Brito deixou claro que a meta da sua candidatura é ousada, sobretudo diante do conturbado cenário político-eleitoral vivenciado pelo País. “A proposta não é pessoal, faz parte do entendimento de que precisamos resgatar a dignidade, a decência na seara política. O que nos move a enfrentar a disputa, desigual se considerarmos que estamos disputando uma eleição contra o poder econômico de parlamentares que buscam a reeleição e de outros candidatos que estão, desavergonhadamente, sendo beneficiados com a máquina e a estrutura de gestões municipais. Mas não vamos nos afastar da nossa crença na decência, na ética e no compromisso de, se eleito, trabalhar efetivamente para assegurar que a região seja beneficiada com investimentos e obras que resgatem a dignidade do povo sofrido do sertão”, pontuou Custódio Brito.

Custódio frisou que a meta da sua candidatura é a mesma que pauta sua atuação profissional em sua essência. “Os políticos precisam ter compromisso ético e social, em conjunto com a população, sem interesses de qualquer natureza que não seja o bem coletivo. O eleitorado, por sua vez, não pode transformar eleição num balcão de negócios, vendendo seu voto para quem pagar mais”, ponderou. Custódio Brito reforçou que, eleito, seu mandato vai aliar prioridades no âmbito nacional – a exemplo de Saúde, Educação e reformas agrária e urbana – mas com foco na realidade regional.

O candidato a Câmara Federal ressaltou que a população está percebendo que, ou protagoniza agora uma mudança real no cenário político do País, ou vai amargar perdas de seus direitos. O comentário é uma crítica direta ao Governo Federal, que segundo ele, tenta emplacar “reformas que são fundamentais para o desenvolvimento sócio econômico do País, mas que tem sido implementadas de forma equivocada, sem que tenha havido um amplo debate com a sociedade, sem que trabalhadores e aposentados tenham sido ouvidos. Não se pode construir um projeto que afeta a vida de toda a população sem que ela participe ativamente das discussões. E esse deveria ser o papel dos deputados, de exigir que a população, nas bases, fosse ouvida. Esse é o papel que defendo dos parlamentares. Temos de abolir definitivamente o “toma lá, dá cá”, que vem imperando na política brasileira. Deputado tem de votar com a consciência e atendendo ao que seus eleitores entendam ser o melhor, não em troca de favores, cargos e benefícios que nunca atendem ao conjunto da sociedade”, apontou o candidato.

Jornal do Sudoeste

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