Delirantes comparações de um parlamentar

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), em seu artigo “Pelo fim da pena de morte no Brasil”, compara as execuções de moradores das favelas aos assassinatos cometidos pela ditadura militar e defende o fim imediato dos chamados “auto de resistência”, ou seja, expressão comum nos boletins de ocorrências para explicar mortes e lesões ocorridas durante ação policial.

É muita cretinice o absurdo de comparar as mortes nas favelas aos atos praticados no período do regime militar. Trata-se de pura sandice de um petista ensandecido e perseguidor daqueles que defenderam a Pátria contra os subversivos que pretendiam transformar esta nação em célula comunista.

E a morte até hoje não explicada do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, executado, segundo os irmãos de Celso Daniel, a mando do PT, porque detinha um dossiê sobre corrupção na prefeitura, que tratava de um esquema para desviar dinheiro para o Partido dos Trabalhadores? E aí, calhorda deputado, por acaso foram os militares que mataram Celso Daniel, ou foi a milícia do PT?

Há doze anos, o repórter da TV Globo Tim Lopes foi torturado e brutalmente assassinado por traficantes no Rio de Janeiro. O jornalista investigava denúncias de venda livre de drogas e shows de sexo explícito com menores em bailes funks na Vila Cruzeiro, no subúrbio carioca. Capturado pelos criminosos, foi levado para o alto da Favela da Grota, onde traficantes comandados por Elias Maluco decretaram sua morte.

Pois bem, esse fato está também ligado ao período militar, ó calhorda deputado, ou aos descaminhos do submundo criminoso que o governo petista – ajudado pela ala podre do PMDB – deixou de combater porque não deu a devida atenção à segurança pública do cidadão brasileiro?

Polícia é polícia, bandido é bandido! Assim como existem péssimos e criminosos parlamentares em atividade, da mesma forma existem policiais em ação.

Os fajutos defensores dos direitos humanos dos bandidos usam artifícios linguísticos para confundir a incauta sociedade de que existe em ação no país um preconceito contra os negros ou pessoas pobres, que são massacradas por policiais. Pura mentira! Assim como existe policial bandido, existe político muito mais bandido ainda. Só que o mequetrefe deputado esquece de que o policial é um alvo constante da bandidagem, pois quando ele sai de casa para trabalhar não sabe se voltará com vida.

Júlio César Cardoso

Júlio César Cardoso

Bacharel em Direito e servidor federal aposentado. Balneário Camboriú-Santa Catarina.
Categorias