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Recentemente assisti o vídeo de um jovem que apresenta a Revista Mundo Estranho, “Epidemias”, de julho de 2012,”O próximo surto”, que conta uma história semelhante a que vivemos hoje com a pandemia do covid-19. Veja o vídeo em:https://www.youtube.com/watch?v=0rBVyC6F-GYe observe que no rodapé da página, em “Fontes” apresentada o nome dos pesquisadores, Antônio de Castro Toledo Jr. e Paolo Zanotto, no tempo de 3:39.

Interessante porque parece uma história de ficção científica, mas que se identifica muito com o que vivemos atualmente com a pandemia. Terá sido coincidência que uma história contada em 2012 se torne realidade em 2020? Uma espécie de profecia? Ou esse trabalho foi aproveitado para algum experimento anos depois?

Em 2016 a Fiocruz Pernambuco reuniu pesquisadores brasileiros e estrangeiros para discutirem os diversos aspectos do vírus zika. Nesse workshop internacional o Dr. Paolo Zanotto enfoca a microcefalia no Brasil como sendo algo claramente “condizente” com uma epidemia e não com uma vacina aplicada…”. Ouça o áudio no tempo de 16:00 aproximadamente. Em: https://portal.fiocruz.br/es/node/55650.Porque não uma vacina? A dTpa foi incluida no calendário de vacinação das gestantes do SUS em 2014, meses depois começou a nascer bebê com microcefalia, parece ser uma causa bem evidente. Sabemos que essa vacina sendo aplicada nos primeiros meses de gestação, de fato, pode causar microcefalia. Infelizmente isso ainda não foi esclarecido, mas já chegou outra. Será que precisamos mesmo dessa vacina pra covid-19?

No site da USP, programa de rádio “É bom saber”, tem uma entrevista do Dr. Paolo de 2016, veja em:(https://www5.usp.br/noticias/saude-2/coordenador-da-rede-zika-fala-a-radio-usp-sobre-relacao-entre-o-virus-e-a-microcefalia/). Diz o apresentador que:”A relação microcefalia e zika no mundo só foi descoberta graças as pesquisas do Brasil, diz matéria publicada pela BBC, de acordo com o centro europeu de prevenção e controle de doenças, orgão da união europeia responsável pela saúde. Após observar os dados das pesquisas brasileiras sobre a epidemia, autoridades da Polinésia Francesa revisaram os números e foi constatado que houve aumento no número de bebês nascidos com deformações em 2015.”. Isso não significa que a causa foi o ZikaVírus. Pergunto: Quais são essas pesquisas brasileiras que constataram que a causa da microcefalia das crianças em 2015 foi o Zika Vírus? Por quem foram realizadas? Onde estão epor quem foram revisadas essas pesquisas? Precisamos saber ao certo, são vidas que podem se perder ou serem prejudicadas com novas vacinas.

Paolo Zanotto tem doutorado em Virologia, atualmente é professor doutor da Universidade de São Paulo. Foi cotado para assumir o Ministério da Saúde, segundo notícia da TV Cultura em 18/05/2020  (https://www.youtube.com/watch?v=NAfVfbcXuXY).Foi também coordenador da Rede Zika, veja em:https://www5.usp.br/noticias/saude-2/coordenador-da-rede-zika-fala-a-radio-usp-sobre-relacao-entre-o-virus-e-a-microcefalia/.(14/03/16).Uma autoridade no assusto, alguém que talvez conheça a origem da pandemia do COVID-19 no mundo e do surto de microcefalia no Brasil em 2015. Talvez ele possa nos esclarecer essas dúvidas, mas precisamos pesquisar para entender o que aconteceu no passado e o que acontece no presente. Colabore! Procure a verdade e divulgue a sua pesquisa.

Rosita Capelo Fonteles

Rosita Capelo Fonteles

Doutoranda em Psicopedagogia na UAH (Universidad de Alcalá de Henares), Espanha, e pesquisadora de proposta educativa voltada para o desenvolvimento humano;  autora do Programa Cinquenta Minutos de Valores Humanos para o Ensino Superior; membro da equipe pedagógica do Programa Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola (https://www.cincominutosdevalores.org/) ; especialista em Educação Biocêntrica pela UECE (Universidade Estadual do Ceará); especialista em informática pela UFC (Universidade Federal do Ceará); licenciada em letras pela UECE, Brasil.
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