Fortalecimento da indústria de defesa e segurança está entre as prioridades do Plano de Retomada da Indústria, elaborado pela CNI
Por: Felipe Moura/Brasil 61
Investir em defesa e segurança nacional é importante não apenas para garantir soberania ao Brasil, mas também para o desenvolvimento de tecnologias que podem impulsionar o crescimento econômico do país. Nesse sentido, o fortalecimento da defesa e da segurança nacional está entre as quatro missões que compõem o Plano de Retomada da Indústria, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O documento evidencia os gargalos que atrapalham a produtividade e competitividade do setor produtivo e, ao mesmo tempo, aponta quais caminhos governo e iniciativa privada podem trilhar para que a indústria volte a ser protagonista na economia brasileira. Vice-presidente executivo da CNI e presidente do Conselho Temático da Indústria de Defesa e Segurança, Glauco José Côrte destaca os benefícios que o Brasil terá se priorizar avanços em defesa e segurança nacional.
“A indústria de defesa e segurança tem um vetor transformador no campo da tecnologia e inovação, que é a aplicação dual das soluções. Esse setor vai muito além da visão bélica, que é importante para a soberania de qualquer país, mas a indústria de defesa está e estará cada vez mais presente na agricultura, nos serviços e no comércio”, acredita.
Professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e especialista em indústria espacial e de defesa, Marcos Barbieri explica que o Brasil passa por um processo de desindustrialização desde a década de 80. Esse fenômeno é marcado não apenas pela diminuição da participação do setor no Produto Interno Bruto (PIB), como também pela perda de competitividade de alguns segmentos industriais que se destacavam há algumas décadas e pelo atraso de outros segmentos nacionais na comparação com países desenvolvidos.
Barbieri afirma que mesmo países com uma indústria mais avançada, como os Estados Unidos e a França, por exemplo, estão redesenhando suas estratégias para o setor, em especial para integrar as novas tecnologias. E, nesse contexto, o segmento de defesa é fundamental.
“O setor de defesa passa a ser um setor chave. São duas faces de uma mesma moeda. De um lado, a defesa é fundamental para levar avanços tecnológicos a setores chaves da economia. Por outro, esse desenvolvimento tecnológico é essencial para garantir a segurança e defesa de um país. Para o Brasil, a questão da defesa e segurança nacional é essencial”, pontua.
Soberania
Os especialistas alertam que o Brasil deve perseguir o fortalecimento da indústria de defesa e segurança também para garantir a própria soberania. Segundo a CNI, o ambiente internacional é caracterizado por incerteza e instabilidade. Exemplos não faltam, como a guerra que surgiu após a invasão russa à Ucrânia no início de 2022.
O acirramento das disputas comerciais envolvendo as grandes potências, principalmente Estados Unidos e China, além do avanço de regimes autoritários, tornam a busca por tecnologias no campo militar uma questão fundamental para garantir a capacidade de defesa dos países, afirma o Plano de Retomada da Indústria.
“No que diz respeito à questão geopolítica, a soberania nacional tem sido uma temática mundial. No entanto, torna-se necessário reconhecer a capacidade de dissuasão sem necessariamente usá-la”, diz Glauco.
A capacidade de dissuasão no meio militar se refere à capacidade de um país desencorajar um adversário de realizar ataques ao demonstrar que tem força e capacidade de se defender e até retaliar de maneira efetiva.
Barbieri explica que mesmo para manter a posição de neutralidade ou menor alinhamento possível que a diplomacia brasileira adotou ao longo da história é preciso ter força militar.
“É fundamental que tenhamos capacidade de nos defendermos autonomamente. Senão nós vamos estar sob jugo de alguém. Para que possamos ter neutralidade e falar ‘eu não vou entrar nesse conflito’ e, não só ser neutro, mas fazer valer os seus interesses, precisa ter poder e autonomia.”
“O Brasil é um país continental, com uma fronteira com dez países, uma fronteira marítima colossal. Nós temos os nossos interesses. E quanto mais nós formos desenvolvendo, mais nós vamos incomodar os outros. Quando um país das dimensões do Brasil cresce, ele incomoda e isso daí faz com que o Brasil tenha que ter autonomia para defender os interesses”, completa.
Foto de Capa: Fxquadro/Freepik





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