O desespero do presidente Bolsonaro em comparecer a inaugurações de obras no país

O desespero do presidente Jair Bolsonaro em comparecer a inaugurações de obras não originárias de seu governo tem por objetivo apagar a sua imagem negativa, bem como transparecer ser amigo do povo.

O Instituto Datafolha divulgou, na noite de quinta-feira (13), uma pesquisa que mostra que 51% dos entrevistados avaliam como ruim ou péssimo o desempenho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na gestão da pandemia de Covid-19 no país.

A CPI da Covid enterra a sua áurea de mito, com robustas provas que comprometem a responsabilidade do governo pela morte de mais de 400 mil pessoas.

Mito cuja bandeira era combater a corrupção, mas que não demorou muito para ir se sentar no colo do CENTRÃO, grupo de partidos que o general Augusto Heleno, componente do próprio governo, comparou a ladrões, ao cantarolar “se gritar pega Centrão (ladrão) não fica um, meu irmão”, distribuindo cargos da República em troca de interesses solertes.

E ainda contrariando a sua bandeira de combate à corrupção, Bolsonaro tenta com unhas e dentes defender o seu filho, senador Flávio Bolsonaro, outro prepotente, das malhas da Justiça por ações não republicanas nas “rachadinhas” da Alerj.

Júlio César Cardoso

Júlio César Cardoso

Bacharel em Direito e servidor federal aposentado. Balneário Camboriú-Santa Catarina.
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