Os haitianos estão chegando

Temos que ter humanidade com todos os povos, mas o Brasil não está preparado para dar acolhimento social e de trabalho a expressivos grupos alienígenas, que estão adentrando ao país pela fronteira do Acre. 
 
Se bolsões de miseráveis brasileiros existem, onde cidadãos continuam sobrevivendo com muita dificuldade – sem lares, desempregados, sem atendimento médico e hospitalar de dignidade humana, sem escolas públicas de qualidade, sem segurança pública, porque o governo federal sempre alega a inexistência de recursos e por isso está agora garfando a sociedade e o trabalhador com nova carga tributária, objeto de seu projeto de ajuste fiscal – como o país pode se dispor a receber e dar emprego a haitianos?
 
Causa bastante perplexidade a pusilanimidade do governo federal de ainda não ter tomado medida fronteiriça séria para inibir a incursão. Ou o governo do Acre e federal têm razões que o próprio povo desconhece?
 
Gostaríamos que fosse revelado o verdadeiro motivo de o governador do Acre, o petista Tião Viana, diante de um quadro tão grave, ter permitido paulatinamente a entrada dos haitianos sem ter questionado com altivez o governo federal para que a situação não se agravasse. 
 
É bastante estranha a solidariedade dos governos do Acre e federal com o adensamento de haitianos no país. Por trás disso não subsiste um acordo dissimulado para que os haitianos viessem em massa para o Brasil?
 
Ora, soa desrespeitoso para com Estados e Municípios receberem sem aviso e sem estarem preparados ônibus repletos de haitianos, despachados pelo governador do Acre. E tudo indica que aí está a mão invisível de Lula e Dilma Rousseff.
Eu não estou na pele desses pobres haitianos, mas é um direito deles procurarem o melhor para as suas vidas. 

 

Júlio César Cardoso

Júlio César Cardoso

Bacharel em Direito e servidor federal aposentado. Balneário Camboriú-Santa Catarina.
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