Roubo de criptos? Especialista elenca pontos que podem diminuir riscos

Por: MF Press Global Gestão geral

Uma das maiores criptos do mercado atual, a Polygon, mas também a Fanton, outra grande, tiveram o seu RPC (remote procedure call) hackeado, ficando com suas transações fragilizadas.

Para muitas pessoas esse mercado ainda é desafiador e duvidoso, sobretudo no que diz respeito à segurança e até mesmo retorno.

Comentando o assunto, o especialista em MBA e Marketing André Afonso Silva apontou algumas medidas que podem ser tomadas por quem pretende iniciar com investimentos na área.

“Como outros especialista já devem ter falado, a base de tudo é o conhecimento. Prepare-se, estude, entenda bem o que você está fazendo. Ataques e pessoas mal intencionadas sempre vão existir onde a informática, o digital estiver. Havendo disponibilidade de recursos busque contratar uma empresa especializada que irá te guiar e te ajudar a investir”, alertou.

Segundo André, podem surgir questionamentos sobre o fato de que se nossas criptos estão sob responsabilidade de uma empresa, em caso de invasão, todos perdem?

“A Coinbase, segunda maior exchange do mundo, já divulgou que como as criptos mantidas sob custódia podem ser considerados propriedade de uma massa falida, em caso de falência, por exemplo, esses ativos de clientes podem estar sujeitos a processos de falência e esses podem ser tratados como credores quirografários (que não têm preferência de recebimento) comuns. Logo, no meu ver, a linha do prejuízo pode acabar sendo dividida entre todos os envolvidos”, informou.

Para André, é importante também ter consciência do tipo de negócio que você pretende investir, cansando com a primeira informação do conhecimento. “Entenda se você é um investidor que vai comprar e acumular criptos para lucrar a longo prazo, ou se vai aventurar no chamado ‘day trade’, scalpe ou outras estratégias mais arriscadas”, pontuou.

“E, por fim, ficar sempre hiper super antenado a tudo que acontece nesse mundo é super importante, pois o conhecimento irá te ajudar e decidir o que fazer quando o ‘sinal amarelo’ acender”, emendou.

Sobre André Afonso Silva

André Afonso Silva é Engenheiro de Sistemas e Computação pela UERJ, Mestre em Ciências (Computação Gráfica em Radiologia de Cabeça e Pescoço) pela Faculdade de Medicina da UFRJ, especialista em MBA e Marketing e estudante de doutorado em neurociências com ênfase em negócios pela Logos University International.

Foto de Capa: Divulgação

Jornal do Sudoeste

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