Seis recomendações para proteção contra ataques cibernéticos em 2023

Apresentadas pela Lumu Technologies, dicas visam o cuidado com informações e dados mais sensíveis na internet

Por: Pimenta Comunicação

 

A Lumu Technologies, empresa de segurança tecnológica que criou o modelo Continuous Compromise Assessment™, que permite às organizações mensurar os comprometimentos confirmados em tempo real, listou uma série de recomendações para que as pessoas ajam com segurança quando tiverem qualquer tipo de contato com a rede.

Germán Patiño, vice-presidente de vendas da Lumu Technologies para América Latina, destaca que em um mundo hiperconectado, as pessoas usam cada vez mais a internet para resolver suas necessidades diárias. “A tecnologia permite que o usuário realize diferentes tarefas e conecte-se a vários sites a partir de um dispositivo móvel ou de um computador pessoal. O comportamento preventivo do usuário em cada uma dessas ações definirá o limite de acesso dos invasores, portanto, a cibersegurança deve sempre ser uma questão primordial para as pessoas”, explica o executivo.

Os principais tipos de ciberataques aos quais os usuários comuns estão expostos diariamente são: phishing/smishing (e-mail e mensagens de texto maliciosas); engenharia social; sequestro de informações; fraude; personificação e cyberbullying (assédio na rede).

Para evitar esses e outros tipos de ataques, a Lumu Technologies recomenda seguir seis dicas:

  • Minimize as informações pessoais que são expostas nas redes sociais.
  • Mantenha o computador e o dispositivo móvel com as atualizações mais recentes do sistema.
  • Ative o antivírus e o Firewall em computadores pessoais e familiares.
  • Pense duas vezes antes de clicar em um link.
  • Use senhas fortes, mas acima de tudo ative a autenticação multifator (MFA) sempre que estiver disponível nos computadores.
  • Compartilhe dicas de segurança cibernética com familiares e amigos.

Caso haja suspeita de uma possível violação, a empresa especialista em cibersegurança recomenda agir da seguinte forma:

  • Bloquear imediatamente o acesso a todos os produtos financeiros.
  • Alterar a senha da internet se suspeitar que há pessoas externas conectadas à rede.
  • Assim que houver algum tipo de suspeita, identificar os possíveis serviços comprometidos e realizar alterações preventivas nas senhas.
  • Revisar com o provedor de celular e internet a recuperação da conta.
  • Comunicar às autoridades competentes e denunciar, isso ajuda a evitar que outras pessoas sejam vítimas.
  • Criar e fortalecer o plano de resposta a um possível ataque, de forma a adquirir um comportamento preventivo aos riscos gerados pela presença na internet.

“Assim como cuidamos da nossa relação com o meio ambiente, ter um círculo de confiança na rede é essencial para entender a forma como interagimos com eles: eu, família, amigos, colegas, conhecidos e por fim estranhos são os filtros de acesso a informações que devemos aplicar à nossa presença na internet. A cibersegurança é uma tarefa complexa, mas não precisa ser assim; existe uma maneira eficiente de operá-la, e o primeiro passo é identificar como o adversário entra na rede para tomar as medidas adequadas a fim de fechar a lacuna de detecção”, finaliza Patiño.

 

 

Foto de capa: Racool_studio/Freepik

Jornal do Sudoeste

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