POR KEILA SOFIA AGUIAR (redacao@jornaldosudoeste.com)
A Maternidade Atípica tem ganhado visibilidade no debate público brasileiro, não apenas por seus desafios emocionais e sociais, mas também pelo complexo cenário jurídico que envolve o cuidado de crianças com deficiência. No cotidiano, são sobretudo as mães que assumem a linha de frente: acompanham Terapias, lutam por atendimento adequado, enfrentam barreiras na Escola, buscam direitos na área da Saúde e, muitas vezes, precisam reorganizar – ou até abandonar – suas carreiras profissionais para garantir o desenvolvimento dos filhos.
Apesar de a legislação brasileira ser considerada avançada em termos de inclusão, a distância entre o que está previsto em Lei e o que chega de fato às famílias ainda é grande. Muitas mães atípicas convivem com a dificuldade de acessar benefícios, conquistar flexibilização no trabalho, obter apoio institucional ou ver respeitado o direito fundamental de seus filhos à Educação Inclusiva. Diante desse cenário, entender os caminhos legais disponíveis é essencial para fortalecer essas mulheres e ampliar a garantia de direitos.
Para esclarecer esses aspectos, o JS conversou com a advogada Especialista em Direitos da Pessoa com Deficiência e Políticas de Inclusão itambeense Danielle Teixeira. Na entrevista, ela explica os principais direitos das mães atípicas, detalha avanços e lacunas da legislação, orienta como agir em casos de violação e discute os impactos sociais, econômicos e emocionais que afetam essas famílias.
CONFIRA A REPORTAGEM COMPLETA NA EDIÇÃO 761 DO JORNAL DO SUDOESTE – ACESSE: https://www.jornaldosudoeste.com/jornal-digital-edicao-761/



