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Tânia Martins

Tânia Martins

(A SARÇA NÃO ARDE.)

Por Tânia Martins / 15 de agosto de 2016 / Nenhum comentário

Distante dos olhos Enche o coração De angústia e dor. Lágrimas nem molham Mais; Nem escorrem; Amontadas nos olhos, Escolhos a dolorir. Tentando luz, Tateando becos, Quebrando esquinas, Aparando arestas, Desejando sorrisos, Almejando festas, Sob a cruz, sem alarde Mas… a sarça não arde. (mais…)

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BEBO O NÉCTAR DA VIDA,

Por Tânia Martins / 8 de agosto de 2016 / Nenhum comentário

Sôfrega. Lambuzo-me do melaço De felicidade que, Em conta-gotas, consigo. E canto. E canto mais Louvando a vida Que me foi dada E eu nem sei o porquê. …e cato flores Entre as flores da cidade! … e vivo amores Aparentes, pura ficção, Nenhuma realidade. …e regozijo-me quando chuva cai, (mais…)

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Sonhador

Por Tânia Martins / 7 de agosto de 2016 / Nenhum comentário

Que pretendias tuquando brincavas de estrelasse sabias quenunca poderia tê-las?Que pretendiasquando brincavas com orvalhose bem sabiasque a dor é teu agasalho?Que pretendias Sonhador,quando brincavas com flores?Não sabias que são efêmerastais quais os amores?Agora, explica por quete consomes no fogo da ansiedadese tu soubeste sempreque amar é sofrer;“não possuir” é só (mais…)

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QUERO A LIBERDADE

Por Tânia Martins / 1 de agosto de 2016 / Nenhum comentário

de ares nas asas e através das asas vencer distâncias. Quero no aconchego do ventre materno libertar-me do inferno que é a vida aqui. Deixa-me, outra vez, viver em paz. Deixa-me tentar ser feliz. (mais…)

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MEU BARCO

Por Tânia Martins / 25 de julho de 2016 / Nenhum comentário

Meu barco a vela A deslizar por ondas mansas azuladas sonha praias ensolaradas e pores de sol belíssimos . Meu barco a remo, devagar, levado pela corrente do rio para o mar pensa vastidão. Sonha liberdade de asas nos ares; sonha viagens pelas vias do vento; sonha delícias de amores (mais…)

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TROPEÇOU NA LUA

Por Tânia Martins / 18 de julho de 2016 / Nenhum comentário

No centro da praça e no meio da massa pensou ser povo, um jeito novo De se embolorar. Raciocínio falho, memória ofuscada perdeu-se na vida, e de vida nada. Cansado de ser infeliz produziu um show, armou um circo, embebedou-se de ilusão e no cálice mágico dos sonhos dourados ocultou (mais…)

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DIVÓRCIO

Por Tânia Martins / 12 de julho de 2016 / Nenhum comentário

Sem litígio Divorciamo-nos, A Esperança e eu. Sem contestações, sem acusações. Perdas e danos esquecidos por mim e por ela visto que eu nada mais possuía para oferecer e ela, esquecida, lembrou –se de ausentar-se. (mais…)

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QUEM ME DERA

Por Tânia Martins / 5 de julho de 2016 / Nenhum comentário

Ah! Quem me dera poder estar aconchegada Entre abraços de luz! Poder entoar a canção que embala as estrelas, encanta mudos, faz vida fluir no Universo! Ah! Quem me dera Um cantinho gramado, Um riacho entre pedras – Águas límpidas, claras águas- Pássaros cantando Num minúsculo bosque! Ah! Quem me (mais…)

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Crise

Por Tânia Martins / 28 de junho de 2016 / Nenhum comentário

De nada importa A crise da forma, A forma da crítica, A crítica da fonte Ou a fonte da crítica Se o problema Não for solucionado. Basta de verborragia, Neologismos, discursos vazios (Improdutivos) Se o alicerce está abalado e não há vestígio de segurança.  (mais…)

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