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No sertão

Na terra seca o conflito

Da falta de água e de grão;

No pasto, o gado leiteiro

Chora a falta de ração.

 

O sertanejo, homem duro,

Trabalhador destemido

Deixa na enxada e no arado

Suor, cansaço, gemidos.

 

Quando recebem a carícia da chuva

Tornam-se viçosas, então,

As plantas desta caatinga –

Pedaço sofrido do sertão.

 

Abre-se em flores o “São João”

Aparecem córregos parciais.

O sertanejo sorri feliz

Cortando as trilhas dos “GERAIS”.

Tânia Martins

Tânia Martins

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