Dia do Maquinista ressalta a importância dos profissionais para conectar o país

Atualmente, a empresa conta com 97 maquinistas ativos na Bahia, nas cidades de Simões Filho, Alagoinhas, Senhor do Bonfim, Iaçu e Brumado

Por: Gisele Almeida

Celebrado nesta quarta-feira (20), o Dia do Maquinista lembra os profissionais que há mais de um século desempenham um papel importante no transporte do Brasil. Iara Maria está há três anos na VLI – companhia de soluções logísticas que opera terminais, ferrovias e portos –e conta com orgulho como é trabalhar para se tornar a primeira mulher maquinista da empresa no estado.

 

Admitida como trainee operacional, primeiro degrau para se tornar maquinista, Iara é atualmente trainee de maquinista e explica a responsabilidade de conduzir sonhos e ajudar a conectar o país. “Sendo bem sincera, nunca imaginei que trabalharia numa ferrovia, que trabalharia como maquinista. Quando surgiu a oportunidade eu vi que seria um grande desafio, mas aceitei a tarefa e hoje em dia amo o que faço”, explica.

 

Antes de entrar na empresa, Iara não tinha experiência no setor. “É uma tarefa que exige muita responsabilidade, estou me dedicando para me formar como maquinista e ajudar a abrir essa porta. Assim quem sabe mais mulheres percebam que também podem ocupar esse espaço”, completa.

 

A VLI é uma das signatárias do compromisso “Equidade é Prioridade”, iniciativa promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do Pacto Global, que tem como objetivo promover a equidade de gênero dentro das empresas. Ele estabelece uma meta mínima de 30% de mulheres em posições de alta liderança – a partir de gerentes ou cargos equivalentes – até 2025 e, opcionalmente 50%, até 2030.

 

Formação

 

Atualmente, a empresa conta com 97 maquinistas ativos na Bahia, nas cidades de Simões Filho, Alagoinhas, Senhor do Bonfim, Iaçu e Brumado. E também 11 empregados no cargo de trainee de maquinista.

 

Segundo a supervisora de Atração e Seleção da VLI, Kenya Consceição, a formação dos profissionais, principalmente das áreas operacionais, como é o caso dos maquinistas, é feita pelas próprias empresas. “O ofício é ensinado dentro da companhia, que investe nessa formação de mão de obra qualificada”.  

 

Para se transformar em um maquinista, o profissional pode começar na VLI como trainee operacional. Após um ano nessa função, ele é efetivado como operador de manobra (também é possível ingressar diretamente nesse cargo). A partir de então, é necessário ficar, em média, por três anos nesse cargo para, em seguida, passar a trainee de maquinista de manobra. A etapa posterior é um treinamento que pode variar de três a seis meses, cumprindo 240 horas de operação assistida e aprovação em provas técnicas. Superada essa fase, ocorre a efetivação como maquinista de manobra.  

 

Há ainda a carreira do maquinista de viagem, que também tem início como trainee operacional ou direto como operador de manobra. Depois de aproximadamente três anos nessa função, o profissional se torna trainee de maquinista de viagem, ficando de três a seis meses em treinamento e 360 horas em operação assistida. Ao fim da formação, o profissional se torna maquinista I, podendo trilhar carreira até maquinista IV.

 

Sobre a VLI 

 

A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Escolhida como uma das 150 melhores empresas para trabalhar pela revista Você S/A, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

 

 

 

 

Foto de Capa: Divulgação

 

 

 

Jornal do Sudoeste

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