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O Brasil precisa da juventude na política

A justiça eleitoral brasileira bem que tenta com bem trabalhadas campanhas publicitárias influenciar a opinião pública, e especialmente convencer a juventude brasileira a participar da política. Mas tudo o que se ver é o contrário, ou seja, cada vez mais a juventude se afastando da política, construindo as incertezas de uma renovação necessária, pelo menos dos personagens.

Na verdade o desejo de uma renovação política no Brasil torna-se muito difícil quando se ver que por mais que se mudem algumas regras no jogo político, a maioria dos partidos políticos continuam tendo literalmente donos. São sempre os filhos das mesmas doentias raposas que substituem como novos quadros os partidos políticos, com raras exceções, para continuar os mesmos costumes.

E para piorar ainda mais o conturbado quadro político brasileiro, com essa falta de motivação da juventude, um rebanho de velhos canalhas safados, que deveriam respeitar o resultado das urnas, deram um golpe de Estado contra uma presidente eleita democraticamente, que nunca cometeu crimes conforme comprovado, colocando no seu lugar um velho conhecido de rapinagens políticas dos últimos quarenta anos.

A esperança para que possa surgir uma ponta de possibilidade de participação dos jovens na política pode ser com o fim das coligações entre os partidos políticos, obrigando que as próprias raposas caiam em si e vejam que precisam formar chapas próprias, dando assim a oportunidade da participação da juventude. Porque por enquanto dos jovens que estão na política, a maioria são filhos dos filhos da casa-grande, ou então alguns que resolveram ser empregados destes.

Genaldo de Melo

Genaldo de Melo

Genaldo de Melo, 43 anos, sergipano radicado em Feira de Santana - Bahia. Gestor social e articulista. Desenvolve consultoria em elaboração de projetos sociais
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