O espertalhão do Rio de janeiro

A notícia  parecia ser  uma piada, mas realmente aconteceu. Faz muito tempo, apareceu, por aqui, um elemento que se dizia originário do Rio de Janeiro, na época a capital Federal  do Brasil.

Muito bem trajado, um grande parlapatão, conversa convincente,  que bem informado sobre as pessoas financeiramente bem sucedidas, se dizia corretor de uma empresa   que usava  o slogan:  O CÉU É DO POVO,  com sede na Capital  Federal, e o respectivo  endereço, para sanar qualquer dúvida. Vendia terrenos (posses) no céu e  engambelou muita gente que caiu nesse golpe.

Pessoas bem sucedida financeiramente, caíram nessa promessa de obter  um património no céu, era fornecido documento  que comprovava o pagamento e dava direito de posse ao comprador, com a determinação de localização, tudo  em ordem.

Alguém da cidade foi vender cristal de rocha no Rio de Janeiro, era minerador e comprador do produto, costumeiramente  fazia essa operação. Fora incumbido de contatar a empresa vendedora de terrenos no céu e indagar sobre a veracidade, por estarem desconfiados que foram vítimas de  um golpe.

O positivo, não  encontrou a empresa e nem existia o endereço fornecido, dessa forma, sentiram-se enganados, caíram no conto do corretor.

O golpe praticado pelos malandros não é de hoje. Há uma facilidade muito grande de se enganar as pessoas, muitos aplicam o golpe da prisão onde se encontram.  Os golpistas se utilizam de várias maneiras no sentido de enganar o indivíduo descuidado  que não desconfiam de que estão sendo  vítimas  de uma armadilha.

Relação de alguns golpes:

O Falso depósito, O bandido se passa por policial, o golpe do WhatsApp, O  Golpe amoroso, Golpe na internet, boleto falso, Golpe do emprego e, ultimamente, as quadrilhas especializadas dão o  golpe do PIX, entre outros.

desconfiado  não acredita em tudo e,  confere as situações. Quando a esmola é grande, desconfie da oferta. A precaução é a melhor solução para evitar as armadilhas  perpetradas pelos marginais e vigaristas.

Antônio Novais Torres

Antônio Novais Torres é comerciante aposentado, membro fundador da Academia de Letras e Artes de Brumado, membro do Conselho da Cidadania de Brumado, ex-membro do PMDB e PTB e membro do Conselho Editorial do Jornal do Sudoeste.
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