Qual a cor da vida?

Mais uma vez o mundo foi sacudido por um acontecimento social que deixou a sociedade universal perplexa pela atitude de um policial que, com o joelho, publicamente, sufocou um homem  indefeso até à morte, presumivelmente, por ser esse um fora da lei.

O que chama à atenção, ao fato citado, são os envolvidos no acontecido: um homem branco, atuando em nome da lei e um homem negro, por estar cometendo atitudes indesejáveis à sociedade, como ser um homicida além de estar a usar uma nota falsa de vinte dólares, em versões oficiosas do fato.

O caso, mostrado nos telejornais, reacende um drama humano universal que é o racismo, ou seja o desprezo de um ser humano pelo outro por esse não ter a mesma cor de pigmentação de sua pele, como se este fosse inferior humanamente que o desprezante.

Curiosamente, na Terra, há quatro raças humanas, distribuídas pelos vários continentes que são: a raça de pessoas negras do continente africano; as pessoas da raça brancas do continente europeu  a raça amarela formada pelos  habitantes do continente asiático e a vermelha, composta pelos indígenas.

Não há, objetivamente, nada que indique que alguma dessas etnias apresente algum grau de superioridade  sobre as demais!

Todos precisamos de oxigênio, água, alimentos, abrigo, condições de evolução e muitos outros valores que não cabem lembrar aqui!  Não podemos esquecer há circunstancias que fazem muita diferença na forma de estar na vida, de todas as pessoas, que são os seus valores culturais e regionais que fazem a diversidade entre as pessoas. Dependendo das circunstancias, pelo menos na sociedade brasileira, o grande diferencial é a sua condição social, ou seja, o padrão financeiro faz muita diferença pois, um “branco pobre” está no mesmo nível de um  “negro pobre”!

Portanto, de que adianta algum ser humano, ter uma cútis branca sem possuir um plano de saúde?

O racismo, basicamente, pode ser dito, que quem disseminou essa forma de visão dos seres humanos, pelos mais variados pontos da Terra foram os povos oriundos  do continente europeu que, por meio de suas viagens de exploração, do mundo, ao chegar nos lugares desconhecidos impunham a sua maneira de ver a vida, como se essa fosse a verdadeira e absoluta. Para eles, ser branco é que era o natural. Esse comportamento chegou a tal ordem que um país inteiro, a África do Sul  rejeitava os nativos como se eles não merecessem ser donos do país deles.

Cícero Carlos Maia

Cícero Carlos Maia

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