Transtornos causados por chuvas em Vitória da Conquista afetam a vida de moradores na cidade

POR GABRIELA MATIAS

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Vitória da Conquista está localizada em uma região com predominância do clima tropical, com temperaturas amenas em decorrência da altitude da cidade, que faz parte do relevo Planalto. Durante o ano, o chamado ‘Chuvas das Águas’, período com maior volume de chuvas, acontece de outubro a março na cidade, de acordo com informações da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista,

Em dezembro de 2021, em meio à pandemia da Covid-19 no Brasil, a Bahia vivenciou o que o então governador do Estado, Rui Costa dois Santos (PT), em entrevista à CNN Brasil, classificou como sendo “o maior desastre natural da história da Bahia”. Em Vitória da Conquista, o mês de dezembro de 2021 registrou acumulados de chuvas (entre o dia 1º e o dia 27) que ultrapassaram, e muito, a média de todo o mês. Em algumas Estações Meteorológicas do Instituto Nacional de Metrologia (Inmet), autarquia vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, dezembro de 2021 foi o mês mais chuvoso em Vitória da Conquista há pelo menos 15 anos. Enchentes, rompimento de barragens, desmoronamento de casas e acidentes com veículos, foram alguns dos episódios ocorridos nesse período. Na época, de acordo com dados do Instituto Nacional de Metrologia (Inmet), divulgados pela Prefeitura Municipal, o município foi indicado no Grau de Severidade com Grande Perigo, registrado o risco de a quantidade em chuvas variar entre 60 a 100 milímetros por dia, com ventos acima de 100km/h.

Essa situação trouxe preocupação durante o ano passado, quanto ao mesmo período da “chuva das águas” em Vitória da Conquista que gera transtornos aos moradores. Realidade experimentada por Leiane Oliveira, de 22 anos, moradora da Rua 22, no Bairro Vila Elisa, há 1 ano, que em entrevista ao JS relata a condição da localidade: “Com a falta do asfalto a gente fica praticamente ilhado em algumas situações. Tem momentos que é impossível sair de casa em um período chuvoso, sem precisar realmente procurar um espaço aqui e ali para passar, porque quando acumula água, os buracos ficam maiores”, pontua.

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