Tânia Martins

Tânia Martins

Há Caso?

Por Tânia Martins / 29 de outubro de 2018 /

Em todo caso Que faço Se já não sei o que faço Num caso todo? Se todo caso É um caso E nem sempre Um caso É todo caso Que faço Em cada caso, Se por acaso Um caso é Sempre um caso Quase sempre Chegando ao ocaso (mais…)

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Ao Professor

Por Tânia Martins / 25 de outubro de 2018 /

Se eu plantasse flores Para lhe ofertar Seriam lírios E rosas luminosas Que nascem da gratidão. Eu nada tenho. Nada sou. Sei que passo Como tudo mais Mas agradeço Pelo que me ensinou Nos dias longínquos, Há tanto tempo atrás!… Nunca agradeci. Fui indelicada e omissa. Hoje, através de uma (mais…)

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A canção traz a lembrança

Por Tânia Martins / 18 de outubro de 2018 /

De vocês, amores meus, Que deixaram esta vida!… Uma saudade amena Preenche o meu coração Enquanto agradeço Pelos bons momentos Que vivemos. Olho para a Vida E penso nos amigos Que aqui estão: Alguns nem vejo mais; Outros trilham outros caminhos; Uns já esqueceram; Outros, eu esqueci. Agora, a canção (mais…)

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HOLOCAUSTO

Por Tânia Martins / 8 de outubro de 2018 /

Impérios destruídos, cidades saqueadas pela fúria bárbara desenfreada. Sangue de inocentes, de vagabundos alagam ruas, encharcam tudo. Heróis pelo chão olham o mundo. Bêbados cambaleantes pisam conceitos, procuram um gole, procuram uma taverna, murmuram às paredes… “maldita guerra!…” Choros, lamentos feridas abertas na cara das gentes, pobre gente da terra (mais…)

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Tanto sangue chega ao rio!

Por Tânia Martins / 27 de agosto de 2018 /

Tanto sangue chega ao rio! Tanta angústia num lago Represada! Tantos seres em conflito! Tanta ferida aberta, Supurada! (… Olhos postos no azul De infinita solidão Um pobre infeliz Implora misericórdia E perdão.) Tanto desejo de ser feliz! De gozar as pequenas coisas Que a vida dá! Desejo ardente de (mais…)

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O trem

Por Tânia Martins / 20 de agosto de 2018 /

Passa rápido o tempo. Como um trem que não pode parar vai o tempo levando passos, planos, sonhos!… Infinitamente rápido vai o trem rasgando as horas, carregando a poeira destas estradas presa nos sapatos, nas mentes, nas roupas!… Ninguém ousa tentar parar sequer um vagão. Ninguém tem o freio, ninguém (mais…)

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O LADO OBSCURO DO SER

Por Tânia Martins / 8 de agosto de 2018 /

Brotava um pequeno ponto de luz Até o momento em que O “achismo” Se revelou, dominou, Julgou e condenou A minúscula fagulha Em inimigo da cruz. (mais…)

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NO MAIS É SÓ MENOS

Por Tânia Martins / 30 de julho de 2018 /

Eu sacralizei o profano. Acredite divino O que era humano E nesta corrida de obstáculos Descobri: Que sacro é só um osso; Divino é o desejo De viver em paz; Que a busca é eterna e insana E os considerandos São só acidentes de percurso. A corrente de prta Contornando (mais…)

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EM MAIA

Por Tânia Martins / 23 de julho de 2018 /

Eu sou a poesia Que estertora Enquanto você ora Para os deuses pagãos; Enquanto a humanidade, Sempre agindo como gado, Segue a guia. Eu sou o desprazer de compreender Que o vício Agora é normal e antinatural é só Meu estupor. A poesia chora Em versos anônimos e mais, deplora (mais…)

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O campo verdejante…

Por Tânia Martins / 17 de julho de 2018 /

Sento-me á sombra do jasmineiro florido recolhendo – me em a quietude da solidão!… Perguntas sem respostas; óbices a superar e a alma em postas sangra dor. Uma dor ingente que vem nem sei de onde nem por quê!… E eu só queria o aconchego do abraço amado!… O som (mais…)

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