Tânia Martins

Tânia Martins

O trem

Por Tânia Martins / 20 de agosto de 2018 / Nenhum comentário

Passa rápido o tempo. Como um trem que não pode parar vai o tempo levando passos, planos, sonhos!… Infinitamente rápido vai o trem rasgando as horas, carregando a poeira destas estradas presa nos sapatos, nas mentes, nas roupas!… Ninguém ousa tentar parar sequer um vagão. Ninguém tem o freio, ninguém (mais…)

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O LADO OBSCURO DO SER

Por Tânia Martins / 8 de agosto de 2018 / Nenhum comentário

Brotava um pequeno ponto de luz Até o momento em que O “achismo” Se revelou, dominou, Julgou e condenou A minúscula fagulha Em inimigo da cruz. (mais…)

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NO MAIS É SÓ MENOS

Por Tânia Martins / 30 de julho de 2018 / Nenhum comentário

Eu sacralizei o profano. Acredite divino O que era humano E nesta corrida de obstáculos Descobri: Que sacro é só um osso; Divino é o desejo De viver em paz; Que a busca é eterna e insana E os considerandos São só acidentes de percurso. A corrente de prta Contornando (mais…)

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EM MAIA

Por Tânia Martins / 23 de julho de 2018 / Nenhum comentário

Eu sou a poesia Que estertora Enquanto você ora Para os deuses pagãos; Enquanto a humanidade, Sempre agindo como gado, Segue a guia. Eu sou o desprazer de compreender Que o vício Agora é normal e antinatural é só Meu estupor. A poesia chora Em versos anônimos e mais, deplora (mais…)

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O campo verdejante…

Por Tânia Martins / 17 de julho de 2018 / Nenhum comentário

Sento-me á sombra do jasmineiro florido recolhendo – me em a quietude da solidão!… Perguntas sem respostas; óbices a superar e a alma em postas sangra dor. Uma dor ingente que vem nem sei de onde nem por quê!… E eu só queria o aconchego do abraço amado!… O som (mais…)

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… INCREDULIDADE

Por Tânia Martins / 9 de julho de 2018 / Nenhum comentário

Eu te pedi: “Quero falar de amor” Mas a gente só fala do que conhece, Do que vivencia. Só os tolos falam Do que não sabem. Eu quis tanto!… Sonhei noites infinitas… Plantei bons sentimentos E, agora, solidão!… Pasmo!… Incredulidade. (mais…)

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INSATISFEITA

Por Tânia Martins / 19 de junho de 2018 / Nenhum comentário

Das aves, as asas se partiram. Nos contos, tristeza e solidão! Nas contas, rezas esquecidas. No peito, insatisfação! Das flores, perfumes na memória. Da neblina, suave recordar. Do ocaso, uma saudade E a dor de não poder ganhar Afagos. Dor atroz Que tortura meu ser Atormentado, infeliz, desgraçado! … e (mais…)

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Dispenso tuas flores,

Por Tânia Martins / 24 de abril de 2018 / Nenhum comentário

Mais espinhos Que flores. Estou cansada Dessa luta para nada. Tentativas fracassadas De fazer, ao menos, Penumbra, Já que a luz É apanágio dos sóbrios E sábia já sabias Não o sou. (mais…)

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NAQUELA NOITE

Por Tânia Martins / 16 de abril de 2018 / Nenhum comentário

Quando a lua Se escondeu atrás do coqueiro Eu percebi que a vida É uma fagulha (brevíssima), Um lumiar fugaz, Um sopro derradeiro. (mais…)

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AH! QUANTA COISA BONITA

Por Tânia Martins / 27 de março de 2018 / Nenhum comentário

Eu queria dizer-te!… Quanto riso Provocar!… Tanta alegria em convencer-te Que o mais importante É te amar Sentir-te Querer-te Enquanto a semente Germina; A nuvem se transforma  Em neblina; A flor torna-se fruto E o fruto adoça minha língua Que míngua Sem teu sabor. Tanta alegria em saber Que mais (mais…)

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