Dominar um segundo idioma deixou de ser apenas um diferencial e tornou-se uma necessidade

O inglês é o idioma mais requisitado na comunicação interna das empresas, com 91%, seguida do espanhol, com 42%

Por: Julia Vitorazzo

Nos próximos anos, falar inglês será mais do que obrigatório para os brasileiros, já que essa é a língua mais usada ao redor do mundo. Necessidade impulsionada pela pandemia, hoje há inúmeras possibilidades de trabalhar remotamente para empresas em qualquer lugar do mundo, e dominar um novo idioma já é item mandatório até para vagas de estágio e trainee. De acordo com um estudo da Hays, empresa de recrutamento e seleção, o inglês aparece como a língua mais requisitada na comunicação interna das empresas.

 

O problema é que de acordo com uma pesquisa de outra uma agência de recrutamento, a Catho, apenas 5% da população brasileira fala uma segunda língua e menos de 3% são fluentes no inglês. Outro ponto levantado no estudo é que o estagiário ou o trainee com inglês fluente ganha mais que o dobro se comparado àqueles que possuem inglês básico. A diferença fica ainda maior à medida em que os cargos aumentam: profissionais com diploma de curso superior recebem 65% a mais e, se for diretor ou c-level, o aumento pode ultrapassar os 90%.

Por estes e outros motivos, investir em um segundo idioma tem sido cada vez o objetivo de jovens e adultos que almejam conquistar boas vagas no mercado de trabalho, seja para começar a carreira ou para melhorar o currículo. Afinal, os candidatos que possuem além de técnica e aptidão para o cargo, apresentam habilidades comportamentais construídas a partir de experiências de vida são os que mais se destacam. “Todos os estudantes que passam por nós voltam ao Brasil transformados, ninguém é o mesmo depois de viver um período longe de seus familiares e amigos, convivendo 24h por dia com pessoas de culturas e hábitos diferentes.” – aponta Arleth Bandera, CEO da Eagle e especialista em intercâmbio.

Além disso, aqueles que dominam a língua inglesa possuem chances de seguir a vida em qualquer lugar do mundo, outro grande desejo dos brasileiros, como mostra um levantamento do Itamaraty que aponta que o número de brasileiros morando no exterior cresceu 35% entre 2010-2020, passando de 3,1 milhões para 4,2 milhões.

Então, para tirar esse sonho do papel e dar a oportunidade de jovens e adultos ampliarem suas softs skills, a Eagle Intercâmbio possui pacotes a partir de 2.900 dólares para um período de 30 dias nos EUA com acomodação, passagem aérea e curso de inglês. “Caminhamos para um mundo cada vez mais plural e diverso, que exige além do domínio de uma outra língua, habilidades e competências adquiridas facilmente quando se vive um período fora do país e longe da sua zona de conforto. O amadurecimento pessoal que o intercambista ganha durante um período em outro país vai além da proficiência no inglês” – aponta Arleth Bandera, CEO da Eagle e especialista em intercâmbio.

A Eagle intercâmbio é uma startup localizada no Vale do Silício (Califórnia), sendo a primeira agência de intercâmbio feita totalmente por brasileiros na região. Com clientes oriundos de diferentes localidades, a presença física da equipe da Eagle nos Estados Unidos e a parceria com escolas Canadenses, permite com que a empresa dê suporte em tempo real, aos seus alunos, entendendo e identificando as necessidades de cada um deles. Dessa forma, a startup faz parte de um seleto grupo de agências, com um dos maiores índices de aprovação de vistos para alunos brasileiros, carregando em sua trajetória até hoje mais de 2000 alunos brasileiros formados pela Eagle. Para saber mais acesse: www.eagleintercambio.com

 

Foto de Capa: Divulgação

Jornal do Sudoeste

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