O difícil reconhecimento

De tempos em tempos é publicada uma pesquisa apresentado o nível de satisfação, dos brasileiros, com os resultados auferidos pelo trabalho realizado pelo Poder Executivo no Brasil. Invariavelmente, apresenta níveis de insatisfação cada vez maiores, dado a impossibilidade de atender, de forma plena, a todas as exigências de necessidades prementes da população.

A noção que é passada é a que saímos do paraíso direto para o inferno. Tudo ia maravilhosamente bem até que, em dois anos, passamos a conhecer as dispensas de um manicômio chamado Brasil e passamos a nos encontrar com o que há de pior em termos de consideração toda com as questões sociais, infraestrutura, sanitárias, educação, saúde e por aí afora.

Como se não bastasse todas as desgraças encontradas pela nova gestão executiva brasileira, tivemos como presente, a recepção de uma pandemia viral, que não sabemos bem o porquê foi espalhada pelo mundo e a nós coube uma fatia expressiva dessa moléstia que insiste em não ceder apesar de todos os esforços que vem sendo feitos para nos sobrepormos a ela.

Esforços como a montagem às pressas de hospitais emergenciais no Brasil, a compra e distribuição de medicamentos a populações, foram necessários. Hoje, dos dez milhões de infectados, nove milhões estão recuperados, duzentos e vinte mil, foram a óbito e os restantes estão em tratamento em hospitais de todo o país, cuja rede hospitalar está esgotada, como é do conhecimento de todos.

A pandemia, não atacou só a saúde física das pessoas, mas também a econômica e financeira dos mais carecidos, tendo o Poder Executivo que providenciar um auxílio emergencial financeiro a mais de setenta milhões de brasileiros em todos os cantos do país.

Os estragos na sociedade universal não são pequenos muito menos desprezíveis. Aqui, não foi diferente. Os processos formais educativos escolares foram duramente afetados, tendo ficado evidenciado que os nossos meios de comunicação eletrônica são deficientes e insuficientes.

Obviamente que nada disso serve para deixar alguém feliz, uma vez que os recursos financeiros do país são escassos o que se explica o desagrado devido às imensas urgências espalhadas país.

O que chama a atenção, especialmente, é a falta de reconhecimento de todo o esforço que vem sendo feito para atender às necessidades emergentes de toda a população.

Enfim, como sabemos, nem Deus agradou a todos!

Cícero Carlos Maia

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